Pimentas vermelhas

“Minha mãe nos dava pimentas vermelhas antes de irmos dormir”, disse Samuel, recordando sua infância difícil na África subsaariana. “Bebíamos água para refrescar a boca, e nos sentíamos saciados, mas não era bom.”

Uma convulsão no governo havia obrigado o pai dele a fugir para salvar sua vida, deixando a mãe como a única provedora da família. Depois, seu irmão contraiu anemia falciforme e eles não podiam pagar por atendimento médico. A mãe os levava à igreja, o que não significava muito para Samuel. Como Deus podia permitir que nossa família sofresse assim?, ele questionava.

Certo dia, um homem soube da situação deles, conseguiu o remédio essencial e lhes levou. “No domingo iremos à igreja deste homem”, anunciou sua mãe. Imediatamente, Samuel sentiu algo diferente sobre esta igreja. Eles celebravam o seu relacionamento com Jesus vivendo o Seu amor.

Isso foi há três décadas. Hoje nesta parte do mundo, Samuel fundou mais de 20 igrejas, uma grande escola e um orfanato. Ele está continuando o legado da religião verdadeira ensinada por Tiago, irmão de Jesus, que nos instou a não apenas ouvirmos a Palavra, mas praticá-la (Tiago 1:22). “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações…” (v.27).

Não há como saber o que pode fazer um simples ato de bondade praticado em nome de Jesus.

Às vezes, o melhor testemunho é a bondade.

por Tim Gustafson | Veja outros autores

Ótima literatura

Li um artigo sobre o que constitui a ótima literatura, e nele o autor sugere que: “Ao término da leitura, o leitor é uma pessoa diferente.”

Sob esse prisma, a Palavra de Deus sempre será classificada como ótima literatura. A leitura da Bíblia nos desafia a ser melhores. Os heróis bíblicos nos inspiram a sermos corajosos e perseverantes. Os livros sapienciais e proféticos alertam sobre o perigo de viver segundo nossos instintos caídos. Deus falou por meio de diversos escritores para a composição de salmos transformadores da vida em nosso benefício. Os ensinamentos de Jesus moldam nosso caráter para tornar-se mais semelhante a Ele. Os escritos de Paulo orientam nossa mente a uma vida santa. À medida que o Espírito Santo traz essas Escrituras à nossa mente, elas se tornam poderosos agentes de transformação.

O escritor do Salmo 119 amava a Palavra de Deus por sua influência transformadora em sua vida. Ele reconheceu que as Escrituras antigas, transmitidas desde Moisés, o tornavam sábio e com mais entendimento do que seus mestres (v.99). Elas o livravam do mal (v.101). Não admira haver exclamado: “Quanto amo a tua lei! É a minha meditação, todo o dia!” e “Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (vv.97,103).

Bem-vindo à alegria de amar a ótima literatura, especialmente o poder da Palavra de Deus em transformar vidas!

O Espírito de Deus usa a Palavra de Deus para transformar o povo de Deus.

por Joe Stowell | Veja outros autores

O pão que satisfaz

Aprendi a recitar a Oração do Senhor na escola, quando menino. Sempre que eu dizia: “o pão nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mateus 6:11), não conseguia deixar de pensar no pão que, apenas ocasionalmente, tínhamos em casa. Somente quando meu pai voltava de sua viagem à cidade tínhamos um filão de pão. Por isso, pedir a Deus para nos dar o pão nosso de cada dia era uma oração relevante para mim.

Anos mais tarde, fiquei muito curioso ao descobrir o devocional Pão Diário. Eu sabia que o título provinha da Oração do Senhor, mas também sabia que ele não poderia estar falando do pão de fôrma da padaria. Pela leitura regular do livreto, descobri que esse “pão”, repleto de partes das Escrituras e notas úteis, era um alimento espiritual para a alma.

Alimento espiritual foi o que Maria escolheu ao sentar-se aos pés de Jesus e escutar atentamente as Suas palavras (Lucas 10:39). Enquanto Marta se desgastava preocupando-se com o alimento físico, Maria dedicava o seu tempo para estar próxima de seu hóspede, o Senhor Jesus, e a escutá-lo. Que também lhe dediquemos esse tempo. Ele é o Pão da Vida (João 6:35) e alimenta os nossos corações com alimento espiritual. Ele é o Pão que satisfaz.

“Eu sou o pão da vida.” Jesus

por acharles | Veja outros autores

Tempo de crescer

Em sua nova casa, Débora descobriu uma planta abandonada num canto escuro da cozinha. As folhas empoeiradas e irregulares pareciam as de uma orquídea Phalaenopsis, e ela imaginou como a planta seria bonita quando soltasse novas hastes com flores. Ela mudou o vaso para um local perto da janela, cortou as folhas mortas e regou-a bem; comprou fertilizante e aplicou-o nas raízes. Semana após semana, ela inspecionou a planta, mas nenhum novo broto apareceu. “Darei a ela mais um mês” — disse ela ao marido — “e, se nada tiver acontecido até então, irá para o lixo”.

Quando chegou esse dia, ela mal podia acreditar em seus olhos. Duas pequenas hastes estavam aparecendo por entre as folhas! A planta da qual ela quase havia desistido ainda estava viva.

Você fica desanimado com sua aparente falta de crescimento espiritual? Talvez você costume perder a calma ou gostar daquele bocado picante de fofoca que você simplesmente não consegue resistir a repassar. Ou talvez você se levante tarde demais para ter tempo de orar e ler a Bíblia, apesar da resolução de ligar o alarme para mais cedo.

Por que não contar a um amigo de confiança sobre as áreas de sua vida em que você quer crescer espiritualmente e pedir-lhe para orar e incentivá-lo a ser responsável? Seja paciente. Você crescerá à medida que permitir que o Espírito Santo opere em você.

Cada pequeno passo de fé é um passo gigante de crescimento.

por Marion Stroud | Veja outros autores

Ele é bom?

“Não penso que Deus seja bom”, disse-me minha amiga. Ela havia orado durante anos acerca de algumas questões difíceis, mas nada havia melhorado. Sua raiva e amargura pelo silêncio de Deus cresciam. Conhecendo-a bem, percebi que, no fundo, ela acreditava que Deus é bom, mas a dor contínua em seu coração e a aparente falta de interesse da parte dele a levaram a duvidar. Para ela, era mais fácil suportar a raiva do que a tristeza.

Duvidar da bondade divina é tão antigo quanto Adão e Eva (Gênesis 3). A serpente colocou esse pensamento na mente de Eva ao sugerir que Deus estava retendo o fruto dela “…porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (v.5). Com soberba, eles pensaram que, em vez de Deus, eles mesmos deveriam determinar o que era bom para eles.

Anos após a morte da filha, James Bryan Smith descobriu ser capaz de aceitar a bondade de Deus. Em seu livro O maravilhoso e bom Deus (Ed. Vida, 2010), ele escreveu: “A bondade de Deus não é algo sobre o qual tenho que decidir. Sou um ser humano com compreensão limitada.” Esse surpreendente comentário não é ingênuo; é o resultado de anos processando sua dor e buscando o coração de Deus.

Em momentos de desânimo, ouçamos bem uns aos outros e ajudemo-nos a ver a verdade de que Deus é bom.

O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras. Salmo 145:9

por Anne Cetas | Veja outros autores

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Sempre sob os Seus cuidados

O veterano repórter, Scott Pelley, nunca sai em missão sem o que considera o essencial para a sua viagem: rádio de ondas curtas, câmera, mala indestrutível, computador portátil, telefone e um localizador de emergência que funciona em qualquer lugar. “Você estende a antena, aperta dois botões e ele envia um sinal a um satélite ligado a outro satélite em específico”, diz Pelley. “Ele informa quem sou e onde estou. Dependendo do país em que você está, eles enviarão uma equipe de resgate ou não.” Pelley nunca precisou usar o sinalizador, mas jamais viaja sem ele.

Mas, quando se trata do nosso relacionamento com Deus, não precisamos de rádios, telefones ou sinalizadores de emergência. Independentemente de quão precárias nossas circunstâncias se tornem, Ele já sabe quem somos e onde estamos. O salmista comemorou isto ao escrever: “Senhor, tu me sondas e me conheces […] conheces todos os meus caminhos” (Salmo 139:1-3). Nossas necessidades nunca estão escondidas de Deus, e nós nunca somos separados dos Seus cuidados.

Hoje, podemos dizer com confiança: “Se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá” (vv.9,10).

O Senhor sabe quem somos, onde estamos e o que precisamos.

Estamos sempre sob os Seus cuidados.

por David C. McCasland | Veja outros autores

Descansando e esperando

Era meio-dia. Jesus, com os pés cansados de sua longa jornada, descansava ao lado do poço de Jacó. Os discípulos haviam ido à cidade de Sicar para comprar pão. Uma mulher saiu da cidade para buscar água… e encontrou seu Messias. O relato nos diz que, ela entrou rapidamente na cidade e convidou os outros a irem ouvir “…um homem que me disse tudo quanto tenho feito…” (João 4:29).

Os discípulos voltaram trazendo o pão. Quando insistiram com Jesus para que comesse, Ele lhes disse: “…A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (v.34).

Que obra Jesus estivera fazendo? Ele descansava e esperava junto ao poço.

Encontro grande encorajamento nessa história, pois estou enfrentando limitações físicas. Esta passagem me diz que não devo me precipitar, e preocupar-me em cumprir a vontade de meu Pai e fazer a Sua obra. Neste período da vida, posso descansar e esperar que Ele traga a Sua obra a mim.

De semelhante modo, seu minúsculo apartamento, seu espaço de trabalho, sua cela de prisão ou seu leito de hospital pode se tornar um “poço de Jacó,” um lugar para descansar e esperar que seu Pai leve a Sua obra até você. Me questiono sobre quem Ele levará a você hoje?

Se você quer um campo para servir, olhe ao seu redor.

por David H. Roper | Veja outros autores

Não esquecidos

Na celebração do 50.º aniversário de sua mãe, com centenas de pessoas presentes, a filha primogênita Kukua contou o que sua mãe fizera por ela. Os tempos eram difíceis, em Gana, África, recordou Kukua, e o dinheiro era escasso em casa. Mas sua mãe solteira se privou de conforto pessoal, vendendo suas preciosas joias e outros bens para que ela pudesse cursar o Ensino Médio. Com lágrimas nos olhos, Kukua disse que, por mais difíceis que as coisas fossem, sua mãe nunca abandonou os filhos.

Deus comparou o Seu amor por Seu povo ao amor de uma mãe por seu filho. Quando o povo de Israel se sentiu abandonado por Deus durante o seu exílio, queixou-se: “…O Senhor me desamparou, o Senhor se esqueceu de mim” (Isaías 49:14). Mas Deus disse: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (v.15).

Quando estamos angustiados ou desiludidos, podemos nos sentir abandonados pela sociedade, família e amigos, mas Deus não nos abandona. É um grande encorajamento o Senhor dizer “…nas palmas das minhas mãos te gravei…” (v.16) para indicar o quanto Ele nos conhece e protege. Mesmo que as pessoas nos abandonem, Deus nunca abandonará os Seus.

Deus nunca se esquece de nós.

por acharles | Veja outros autores

Embaixador do amor

Em meu trabalho de capelão, às vezes me perguntam se estou disposto a lhes prestar ajuda espiritual adicional. Embora fique feliz por dedicar tempo a quem pede ajuda, geralmente aprendo mais do que ensino. Isso foi especialmente verdadeiro quando um novo cristão extremamente sincero me disse, resignado: “Não acho boa ideia eu ler a Bíblia. Quanto mais leio o que Deus espera de mim, mais julgo os outros que não estão fazendo o que ela diz.”

Quando ele disse isso, percebi que eu era o responsável por incutir esse espírito crítico nele, pelo menos em parte. Naquela época, uma das primeiras coisas que eu fazia aos novos na fé em Jesus era apresentar-lhes o que não deveriam mais fazer. Em vez de mostrar-lhes o amor de Deus e deixar o Espírito Santo moldá-los, os exortava a “comportar-se como um cristão”.

Compreendi melhor a passagem de João 3:16,17. O convite de Jesus a crermos nele, no versículo 16, é seguido pelas palavras: “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”

Jesus veio para nos salvar. Mas dando a esses novos cristãos uma lista de comportamentos, eu os ensinava a se condenarem, o que, então, os levava a julgar os outros. Em vez de agentes de condenação, devemos ser embaixadores do amor e da misericórdia de Deus.

Somos chamados para anunciar a salvação, não para julgarmos o próximo.

por Randy Kilgore | Veja outros autores